segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Semana da Palestina - A Cultura de Um Povo

O dia 29 de Novembro foi proclamado, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina. Celebrado todos os anos, comemora a Resolução 181, de 29 de Novembro de 1947, que proclamava a partilha da Palestina em dois Estados – um judaico e um árabe – mas que jamais foi cumprida no que respeita à criação do
Estado Palestino. No ano do 61º aniversário, o MPPM assinala a efeméride com um conjunto de iniciativas, integradas nesta SEMANA DA PALESTINA, que evocam a luta deste povo mas mostram, também, a vitalidade da sua cultura.

SOLIDARIEDADE | TERÇA, 18 DE NOVEMBRO | 21 HORAS
Sessão Pública de Solidariedade com o Povo Palestino em Luta por uma Independência Soberana e uma Paz Justa
Sessão presidida por: José Neves | Intervenções de: José Saramago, Embaixadora Randa Nabulsi, José Manuel Pureza, Carlos Carvalho, Frei Bento Domingues
CASA DO ALENTEJO | RUA DAS PORTAS DE STº ANTÃO, 58 - LISBOA | ENTRADA LIVRE

PINTURA & GASTRONOMIA | SEXTA, 21 DE NOVEMBRO | 20 HORAS
A Pintura de Ismaïl Shamut
Exibição de um breve documentário sobre a obra do pintor palestino Ismaïl Shamut | Inauguração da exposição de obras de artistas portugueses doadas para benefício da Delegação-Geral da Palestina em Portugal
Jantar com Sabores da Palestina
Jornada gastronómica com pratos típicos palestinos (humus, malfuf, falafel, maqluba, harissa e outros)
GRUPO SPORTIVO ADICENSE | RUA DE S. PEDRO, 20 (ALFAMA) - LISBOA | INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
TELEFONES 213889076 / 917407005

POESIA | SEGUNDA, 24 DE NOVEMBRO | 21 HORAS
Evocação do Poeta Palestino Mahmud Darwich
Vida e Obra de Mahmud Darwich por Júlio de Magalhães | Poemas ditos por Maria do Céu Guerra, Bárbara Guimarães, João D’Ávila, Shahd Wadi e Aqid Yaghi |
Testemunho pessoal da Embaixadora Randa Nabulsi
LIVRARIA CÍRCULO DAS LETRAS - RUA AUGUSTO GIL, 15B (AV. ROMA) - LISBOA | ENTRADA LIVRE

CINEMA | TERÇA, 25 DE NOVEMBRO | 21 HORAS
Exibição do Filme Franco-Palestino “Intervenção Divina”
Filme realizado por Elia Suleiman (2002) | 92 minutos, cor | Prémio do Júri e da Crítica Internacional do Festival de Cannes,
2002
TEATRO CINEARTE - A BARRACA | LARGO DE SANTOS, 2 - LISBOA | ENTRADA LIVRE
INFORMAÇÃO | SEXTA, 28 DE NOVEMBRO | 18 HORAS

Colóquio sobre a Situação Actual na Palestina
Com a presença de um Dirigente Palestino, um elemento da Direcção Nacional do MPPM e Jornalistas convidados
LOCAL A DESIGNAR | ENTRADA LIVRE

ORGANIZAÇÃO
MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
Rua Silva Carvalho, 184 – 1º Dtº | 1250-258 Lisboa
Tel. 213 889 076 | Fax 213 889 136 | mppm.palestina@gmail.com
Depois da genial prestação de Dave Holland, o Seixal Jazz prosseguiu com muita classe e dinamismo. Cindy Blackman, The Leaders e Guy Barker, presentearam o público com excelentes prestações em palco.

No decorrer do cartaz principal do Festival Internacional de Jazz, o Fórum Cultural do Seixal foi palco de mais alguns momentos de êxito da iniciativa, que este ano contou com um cartaz de luxo. Dave Holland foi responsável pela abertura (e que abertura), abrindo alas para outros nomes sonantes. Cindy Blackman, conhecida baterista de Lenny Kravitz, regressou a Portugal para demonstrar todo o seu brilhantismo. E são poucos os adjectivos possíveis para classificar a sua actuação que, sublinhe-se, foi de encher o olho e pedir por mais. Os seus 49 anos em nada prejudicaram a sua performance em palco, deixando no ar toda uma sensação de energia e paixão de uma jovem em inicio de carreira, em simbiose total com a sua larga experiência e sabedoria musical. Os solos da artista norte-americana, nascida em Ohio em 1959, foram longos (largos minutos), deixando a audiência colada às cadeiras. Numa outra toada, mais melódica e menos exuberante, os The Leaders subiram a palco e demonstraram toda a sua veterania e musicalidade. O sexteto norte-americano, com Bobby Watson, Chico Freeman, Ray Anderson, Fred Harris, Buster Williams e Michael Baker, proporcionou um bom momento, com muito ritmo e grande expressividade, sem que a sua exuberância se tivesse tornado repetitiva. A fechar o cartaz principal, o trompetista Guy Barker soltou todo o seu génio musical. O britânico subiu a palco acompanhado da sua orquestra com 13 elementos em palco. O Seixal Jazz 2008 não se resumiu apenas a estes concertos de luxo e de craveira internacional. Além destes, estiveram patentes exposições, a Feira do Disco e do Jazz, Workshops e o Jazz vai à Escola, um projecto pedagógico de divulgação do Jazz junto dos mais novos nas escolas do concelho seixalense. Referenciado como um dos melhores festivais internacionais do estilo, o Seixal Jazz estará de regresso no próximo ano. B.R.M.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Dave Holland abre Seixal Jazz'2008

O carisma inconfundível de Dave Holland foi responsável pela abertura do cartaz principal do Seixal Jazz'2008. No palco, o músico espalhou magia e provou o porquê de ser considerado pela crítica, um dos mais influentes e criativos contrabaixistas de Jazz da actualidade.

O britânico Dave Holland abriu na passada Quarta-feira o Festival Internacional de Jazz do Seixal. Acompanhado de Chris Potter (saxofone tenor e soprano), Robin Eubanks (trombone), Steve Nelson (vibrafone) e Nate Smith (bateria), o contrabaixista britânico presenteou a assistência com dois belíssimos espectáculos, em nada semelhantes dada o virtuosismo do músico e dos restantes elementos que o acompanham. Nascido em 1946 em Wolverhampton (Inglaterra), Dave Holland é hoje um reconhecido músico e compositor internacional, cotado como um dos mais influentes e cativantes contrabaixistas de jazz da actualidade. Prova disso mesmo, é a sua magnífica e sorridente presença em palco, sempre muito constante e dinâmica. O trajecto musical do britânico fala por si, quanto mais não seja pelo facto de ter tido o privilégio de tocar com nomes sonantes do jazz, como Miles Davis, entre 1968 e 1970; Chick Corea em 1970 e Anthony Braxton entre 1970 e 1976. Na mesma noite, mas nos Antigos Refeitórios da Mundet, actuou o quarteto "The Electrics". Ontem, Quinta-feira, foi a vez de Cindy Blackman subir a palco. E são poucos os adjectivos possíveis para classificar a sua actuação que, sublinhe-se, foi de encher o olho e pedir por mais. Hoje, Sexta-feira, sobem a palco "The Leaders", ficando o fecho do festival, amanhã, a cargo de Guy Barker e da sua orquestra de Jazz. Todos os espectáculos terão duas sessões, marcadas para as 21h30 e 23h30, respectivamente, no auditório do Fórum Cultural do Seixal. B.R.M.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Alguns momentos... do 5º Concurso de Música Moderna de Almada

(The Hypers)

(B.D.C.)

(Maximus)

(The Boundary)

(Ossos do Ofício)

(Lost Link)

(LA Stress)

(Rapadura)

(Al-Madan)

(Ossos do Ofício)

(Ossos do Ofício)

(Al-Madan)

domingo, 26 de outubro de 2008

La Dupla vence Concurso de Música Moderna de Almada

A terceira noite do Concurso trouxe música de muita qualidade ao palco da «Casa Amarela». A disputa foi renhida até final, muito por culpa da entrega das bandas concorrentes. No fim, os «La Dupla» conquistaram o primeiro lugar, dividindo os prémios com «Sette» e «The Hypers», respectivamente.


A quinta edição do Concurso de Música Moderna de Almada chegou ao fim. Depois de três dias bastante animados e com boa música à mistura, fica o registo de mais uma edição de sucesso promovida pela Câmara Municipal de Almada. No terceiro acto do concurso, subiram a palco «B.D.C», «The Boundary», «Maximus» e «La Dupla». Em contraste claro com o primeiro acto da competição, este último trouxe ao palco mais qualidade musical. E porque tem de haver sempre um vencedor, neste não houve excepção à regra. No final, apesar de não ter “existido consenso absoluto” no que à entrega de prémios diz respeito, os «La Dupla» foram os grandes vencedores.


A banda de Rap/Hip-Hop, última a actuar no palco da «Casa Amarela», trouxe muita diversidade musical ao palco, sem nunca perder de vista a sua imagem e estilo artístico. Com Espanhol (Voz), Nessa (Voz) e Dj X-Acto (Pratos), os «La Dupla» fizeram jus ao nome e ao seu trabalho desenvolvido, aliando à sua performance diversas componentes musicais, como a inclusão de vozes secundárias, suporte de guitarra clássica e contrabaixo. Pontos que marcam pela diferença e inovação, e que marcaram certamente na apreciação do júri. Em segundo lugar do concurso, ficou «Sette», tendo o terceiro ficado nas mãos dos almadenses «The Hypers», que assim conquistaram o seu primeiro prémio neste tipo de iniciativas. Neste último dia, especial destaque também para as actuações de «The Boundary» e de «Maximus», em especial pela entrega que tiveram em cima de palco e empatia com o público presente. A quinta edição do Consurso de Música Moderna de Almada terminou em grande estilo, escrevendo na sua história mais uma página de sucesso. B.R.M.

Noite de peso “destronada” pelo Hip-Hop

A noite de Sábado teve como tónica inicial as sonoridades do Rock e do Thrash Metal. Apesar do valor técnico demonstrado em palco, a noite foi uma vez mais dominada pelo Hip-Hop.


A segunda parte do 5º Concurso de Música Moderna de Almada prosseguiu ontem com bastante afluência de público, que foi enchendo o espaço da “Casa Amarela”, à medida que a música rompia o silêncio no recinto. Bastante confiantes e desinibidos, os «The Hypers» abriram a noite. Com Gonçalo Larsen (Guitarra/Voz), Filipe Paixão (Baixo/Voz) e Pedro Veiga (Bateria), a banda almadense (com algumas influências lisboetas), provou que quer estar na corrida aos lugares cimeiros da competição. Em noite de "peso" os «Lost Link» também marcaram presença. Pedro Patrão (Guitarra solo), André Barbosa (Guitarra ritmo), André Beselga (Voz), Ricardo Pires (Bateria) e Rui Almeida (Baixo) puxaram pelas cordas e brindaram os muitos fãs presentes que, colados ao palco, vibraram com algum “head banging” à mistura. Após o “reinado” das sonoridades pesadas no “palco dos sonhos”, o resto da noite foi dominada por completo pelo Hip-Hop, que provou uma vez mais a sua força de influência em Almada. Com Nicolau Gomes (Voz), João Gonçalves (Voz) e Lúcio Lemos (Voz), os «LA Stress» abanaram a casa por completo. O recinto, sublinhe-se, esteve ao rubro, muito por culpa do público aficionado pelos movimentos do Hip-Hop. A terminar a noite, em pleno e com uma excelente actuação, «Sette» chegou, subiu ao palco e provou que está na corrida aos prémios. Depois de «Al-Madan», «Ossos do Ofício», «Rapadura» e «MC Anónimo» terem aberto a quinta edição do concurso com boas prestações, na Sexta-feira, resta esperar hoje pelas actuações finais de «B.D.C», «The Boundary», «Maximus» e «LA Dupla», para ficarmos a conhecer os vencedores do concurso, numa competição onde não existem derrotados. B.R.M.

sábado, 25 de outubro de 2008

E começa... o Concurso de Música Moderna de Almada

Foi com algum atraso que arrancou a 5ª edição do Concurso de Música Moderna. Apesar disso, o espaço da «Casa Amarela» esteve praticamente cheio e com muito bom ambiente, perspectivando mais um sucesso da iniciativa.

No «palco dos sonhos», os Al-Madan abriram o concurso com uma excelente prestação. Com Daniel Polho (voz), Serge Polho (voz), Bruno Mendes (voz), Carlos Gomes (voz) e Nuno Dias (Pratos), a banda de Hip-Hop de Almada deixou uma boa imagem em palco no que toca à sua sonoridade, dando razões suficientes para que a competição seja renhida até ao fim. Numa outra afinação, bem mais electrizante, esteve «Ossos do Ofício». Vasco Duarte (Voz/Guitarra) esteve incansável e muito seguro na voz, assim como os restantes membros do grupo. No panorama do rock, não são muitas as bandas inscritas nesta final, na qual o Hip-Hop e o Rap dominam as hostes por completo. A terminar a noite de Sexta-feira (ontem), os «Rapadura» também deixaram a sua marca. O sexteto almadense esteve particularmente bem, à sua imagem, abrindo alas aos projectos de Rap que ainda faltam ser apresentados até final. «MC Anónimo», com Anónimo (voz), Bishop (voz) e Said (pratos), fecharam a noite. Hoje, Sábado, pelas 21h30, sobem a palco «The Hypers», «Lost Link», «LA Stress» e «Sette». B.R.M.